Entrevista de Ana Isabel Ribeiro à revista Nova Gente

A Ana tem 24 anos, é de Guimarães e está a terminar o curso de Direito.
A sua táctica passa por estudar as regras até à exaustão e analisar os indícios espalhados pela Casa. Vai recorrer a interrogatórios para arrancar a verdade aos seus adversários. Apesar do ar inocente, espera sair de lá culpada de muitas expulsões. A mãe passa a vida a dizer-lhe que sabe mentir. Agora vai provar-lhe que tem razão.
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Entrevista de Ana Isabel Ribeiro à revista Nova Gente

Mensagempor Secret Story PT » domingo jan 09, 2011 9:06 pm

Parte da entrevista de Ana Isabel Ribeiro à revista Nova Gente.

A 2ª classificada da Casa dos Segredos conta a verdade sobre o namoro com Vítor Rangel.

A estudante de Guimarães revela as primeiras palavras do Vítor na noite da Gala final da Casa dos Segredos,  no Campo Pequeno. Vítor não cumprimentou Ana Isabel, mas depois quando confrontado com isso por Júlia Pinheiro, levantou-se, abraçou-a e disse-lhe algo ao ouvido "Foi uma conversa muito rápida. Disse-me para lhe telefonar depois, se quisesse, deu-me força e disse-me que aquele era o meu momento.

Ana Isabel relembra que o seu namoro começou à moda antiga. "Primeiro pediu-me em namoro e só depois é que demos um beijo.", afirma que "O Amor não acaba de um dia para o outro"  e apesar de achar impensável a reconciliação, acha que se por acaso se reencontrarem vai cumprimenta-lo até porque acha que talvez faça falta uma conversa final sobre tudo o que se passou dentro da Casa dos Segredos.

Antes de entrar para o programa, imaginou que o seu namoro com o Vítor ia acabar assim?

Nunca. Acreditei sempre que tínhamos uma relação segura e que íamos conseguir ultrapassar os problemas que pudessem surgir no programa. Eu e o Vítor tínhamos uma relação excelente e confiávamos um no outro. Namorávamos há um ano e um mês quando entrámos para a Casa dos Segredos e tivemos sempre uma relação saudável. Éramos um casal muito equilibrado e a nossa relação era séria, de compreensão e muito companheirismo.

Ele não era ciumento ou possessivo?

Como foi dentro da Casa dos Segredos, não. Tinha ciúmes normais, tal como eu também tinha. Mas dentro de um programa deste género, as coisas tomam outras proporções. No dia-a-dia as pessoas chateiam-se, discutem e podem virar as costas, ir para casa pensar no problema e resolver depois. Ali não dá para fazer isso, E o facto de não podermos revelar a nossa relação aos outros piorou ainda mais a comunicação entre nós. Para mim, não foi fácil, mas para ele também não foi. É preciso compreender isso.

Vocês conversaram sobre os problemas que poderiam ter ao entrar num jogo destes?

Sim, claro. E combinámos confiar sempre um no outro, mas isso não aconteceu.

A aproximação ao Hugo Felgueiras foi apenas estratégia para esconder o seu segredo?

Claro que não. Houve ali várias situações que levaram a que nos juntássemos. Mas é verdade que a produção nos deu várias missões nesse sentido. Lá está, eles já tinham o guião do programa bem estudado. A história do meu mau feitio e de eu ser um nariz empinado também foi um pouco distorcida. Mas é óbvio que entre mim e o Hugo se desenvolveu uma amizade, isso não foi ficção. É por isso que digo que ele foi a pessoa mais importante para mim dentro da casa. O Hugo esteve ao meu lado nos bons e nos maus momentos e ajudou-me a chegar ao fim do programa. Sem ele, acho que teria desistido.

Olhando para trás, não acha que podia evitar algumas discussões?

Podia ter evitado algumas discussões com o Vítor, tal como ele também podia não ter tido certo tipo de comportamentos. Sempre me comportei com dignidade e nunca fiz nada de mal. Por isso não me arrependo de alguma coisa que tenha feito ou dito, nem acho que tenha algum pedido de desculpas a fazer-lhe.

O que sentiu na noite em que ele teve aquele comportamento agressivo?

Fiquei em pânico. Eu disse-lhe várias vezes na Casa para ter atenção ao que bebia, mas ele não se controlava. Nunca tive medo que me fosse bater, mas vi logo que aquilo podia acabar mal.

Olhando para trás, para os tempos em que se conheceram, o que é que a fez apaixonar-se pelo Vítor?

Ele é um homem extremamente inteligente e um cavalheiro e isso conquistou-me. É engraçado lembrar, porque o nosso namoro começou à moda antiga. Primeiro pediu-me em namoro e só depois é que demos um beijo (risos). Foram tempos muito bons.

Tem pena que o vosso namoro tenha tido esse desfecho?

Claro que sim. Nós tínhamos uma óptima relação e lamento que tenha acabado desta forma. Tenho muita pena mesmo.

E o amor também já acabou?

(silêncio) O amor não acaba assim de um dia para outro. Possivelmente acabará com o tempo, Como costuma dizer-se, o tempo cura tudo.

E é possível ficar uma amizade?

Agora é complicado, mas talvez daqui a uns tempos.

Nas conversas com Júlia Pinheiro a Ana defendeu sempre o Vítor. Porquê?

Porque não me posso esquecer que ele tem uma filha, um pai e uma mãe. É verdade que ele teve um comportamento inadequado mas foi penalizado por isso. Foi expulso do jogo e a nossa relação acabou, ponto final. Não quero de maneira nenhuma estragar-lhe a vida.

Já conversou com o Vítor desde que saiu do programa?

Não. Depois e saber o que ele disse à Imprensa, essa conversa já não faz qualquer sentido.

Está a falar de ele ter dito que já não queria saber de si?

Sim, isso magoou-me e desiludiu-me bastante. Apesar de saber que as coisas tinham acabado, nunca acabei com ele em directo. O que eu disse à Júlia Pinheiro no confessionário, é que, naquele momento não me sentia namorada dele. É diferente de não me considerar namorada dele. O Vítor conhece-me bem e sabe que eu nunca faria uma coisa dessas. Ele devia ter esperado para conversar comigo depois de eu sair. Se ele o tivesse feito, talvez as coisas tivessem sido diferentes...

A reconciliação é possível?

Nos próximos tempos, não. Era impensável. O que ele me fez não se esquece. Mas nós podíamos ter ficado com uma boa relação e no futuro quem sabe.

O que é que os seus pais lhe disseram sobre esta situação?

Sobre o Vítor a minha mãe disse apenas "não preciso de te dizer o que penso, mas a vida é tua e tu fazes o que entenderes". O meu pai é muito protector e disse que, por me conhecer muito bem, não sabe como é que eu não me passei (risos).

A Ana e o Vítor moram na mesma zona, frequentam os mesmos locais e é provável que se encontrem por aí. Consegue imaginar como será o reencontro?

Se o encontrar vou ser educada e vou cumprimenta-lo. Até porque acho que talvez nos faça falta uma conversa final sobre tudo o que se passou dentro daquela Casa.

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